O que que a pagoda tem?

As grandes atrações de Kyoto são os templos budistas e shintoistas. É o que a gente diz das igrejas nas partes históricas de Ouro Preto ou Salvador. Tem uma em cada esquina.

Só que os templos aqui ocupam áreas imensas das cidades e estão, literalmente, espalhados. Tem que pegar ônibus ou metrô para se ir de um a outro.

Aos poucos a gente acha começa a ficar com um pouco de preguiça só que o que se vê é que cada um deles tem uma particularidade maravilhosa que faz com que valha a pena enfrentar as distâncias e as multidões para se chegar em cada um deles. O difícil mesmo é lembrar o nome! Vamos lá.

Ontem começamos pelo Fushimi Inari-Taisha. Neste templo as doações são representadas pelos torii aqueles portais vermelhos. Aí ficam centenas de metros de trilhas montanha acima deste jeito;






Esta última foto mostra ainda os dois cachorros que guardam os portais. Todo templo shinto tem. Em alguns os animais são uma mistura de cães e leões. Neste parecem mais com cachorros e eles têm este babador, ainda não sabemos porque. Nos outros templos que vimos um cachorro tem a boca fechada e outra aberta, representando o início e o fim do mundo. Neste parece que eles preferem brincar com uma bolinha.

Subindo o morro vimos dezenas de pequenos templos, como se fossem altares, com torizinhos e cachorrinhos com babadorezinhos. Uma visão muito bonita.


Fomos em seguida ao Kiyomizu-dera, um enorme templo cujo charme especial está em uma pagoda linda no meio da mata. A pagoda (recuso-me a chamar de pagode) é esta construção esguia em camadas que podem ter 3, 5 ou 7 andares onde são erigidas para ligar a terra ao céu, no budismo.






Nos caminhos, nestes templos, encontramos muitos tipos de oferendas na forma de origamis, babadores em imagens de pedra ou bolinhas. Muito bonitos! É muito legal ver tanta criatividade!









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