Cafizim
Já falei um pouco do hotel que estamos em Kyoto, que é tradicional, e tal.
Na realidade é quase que um Bed & Breakfast. Pequenininho, gerenciado por um casal que mora aqui também. Eles sempre aparecem magicamente na recepção quando entramos ou saímos. Dormem das 23:00 às 6:30 enquanto as portas do hotel estão fechadas (inclusive para nós).
Pois é... quarto tradicional, casal tomando conta e tal, mas aí veio o mais radical: o café da manhã! De longe o mais radical que enfrentamos! (e o verbo certo é enfrentar mesmo).
Para começar, a gente tem que marcar a hora que vai tomar entre as opções disponíveis: 7:40 ou 8:00. Quando chega o horário, vamos para o primeiro andar, onde tem quartos privativos com uma mesa (felizmente com cadeiras altas!) e os pratos já cuidadosamente dispostos nas posições correta, simétricas.
A primeira coisa que nos perguntamos: cadê o café? cadê o pão? Pois é... não tem. Mas arroz, sopa, peixe, tofu, uns picles japoneses, chá... isso tem! Fora coisas que não conseguimos descobrir o que são...
Olha... eu e Aléxia somos muito abertos a experimentar coisas novas. E experimentamos tudo o que foi colocado na mesa. Mas é impressionante o que faz o hábito! Ficamos a manhã inteira fissurados até que paramos numa coffee shop (japonesa!) para tomar um cafe latte, uma torrada e um brownie. Aí o dia começou!
Para hoje nós nos prevenimos. Compramos uns pãezinhos e uns queijinhos tipo Polenghi e, junto com o drip coffee que a Aléxia já tinha trazido do Brasil para emergências, forramos o estômago antes do café.


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