Um templo em uma ilha... nomes difíceis de lembrar

Ontem o dia foi de visitar a ilha de Miyajima onde fica o templo de Itsukushima. Acho que esta frase não diz nada prá nós, mas a foto, sim:


O dia estava muito bonito, embora um pouco frio, o que ajudou bastante. Para chegar lá pegamos um trem e uma balsa, sem problemas. Um pouco menos de uma hora.

Amanhecendo... 

Mas, antes porém, falar um pouco sobre o café da manhã no hotel. Diferente do primeiro hotel, este aqui é bem variado e servido num restaurante amplo. A gente gasta uns 5 minutos só explorando e tentando entender as comidas. Todos os pratos que se come no almoço podem ser encontrados. Peixes, arroz, okonomiyaki, sopas e tal.

Minha vista do café da manhã

A curiosidade ficou por conta de umas bolinhas muito bonitas de cor perolada. Na descrição tinha a palavra tofu e dizia para abrir espetando com um palito de dente. Pareceu seguro, então fomos!


Era basicamente uma burrata de tofu. Muito gostoso! Nada a ver com o tofu que conhecemos.

Bem... voltando a Miyajima...  Para pegar a maré alta (e por falta do que fazer quando se acorda 4 da manhã), fomos cedo para lá. A sensação é a mesma que temos ao andar, por exemplo, em Tiradentes. Vários restaurantes lojinhas e hotéis, bom para passar o fim de semana. Existem trilhas pelas montanhas, parece que tem uma praia também em um lugar que não fomos. Bem gostosinho.

A principal atração para nós é a coleção de templos e pagodes, especialmente o Itsukushima. Ele foi inicialmente construído no ano de 593 (não esqueci o milhar não) e atraia os navegantes que acabaram ficando e habitando a região de Hiroshima. O templo foi construído porque a ilha já era considerada sagrada naquele tempo, então estamos falando de algo muito mais antigo. Hoje ainda funciona como templo

   




Ficamos vagando sem rumo, entrando nas ruazinhas e explorando.


Com o tempo a ilha foi enchendo inclusive com os indefectíveis grupos de estudantes. Ainda vou escrever um post só sobre isto.

Outra atração são os cervos, mas na chegada avisam para não deixar o passaporte ou a passagem de volta no bolso de trás, que eles pegam!


A fome bateu e, andando para o porto de volta vimos várias lojas vendendo comidas típicas da ilha e de Hiroshima.


Comemos este bolinho frito, gostosinho e que cumpriu a função de matar a fome com louvor.



Na saída, um sorvetinho básico e a volta para Hiroshima, de bonde, até o Castelo de Hiroshima, que falo depois.










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